20/11/16

Homenagem ao Infante D. Henrique



Começámos por assistir a um Concerto pela ALGARVE CAMERATA  na Igreja de Sto António Em Lagos no dia 11.



Nada melhor do que este ambiente profundamente belo e barroco para ouvir Carlos Seixas, Mozart e Vivaldi.


No dia 12 foi a vez da Visita Guiada  - pelo património do tempo do Infante D. Henrique em Lagos, Vila do Bispo e Aljezur

Lagos



O Castelo do Governadores





Antiga Rua Direita




 O "denominado" Mercado dos Escravos




Igreja de N. Sra da Guadalupe (secs. XIV-XV)

Além de estar associada ao Infante D. Henrique foi desde sempre um importante local de culto. Uma habitante da Raposeira recriou uma prece cantada  que ainda nos seus tempos de menina era entoada nesta Igreja. Quando não chovia durante muito tempo a população das localidades próximas aqui se deslocava para pedir chuva que o mesmo era que pedir pão. Conta-se que quando regressavam desta função geralmente começava logo a chover...





Fortaleza de Sagres

Igreja de Nossa Senhora da Graça




Aljezur



Esculturas do Infante e de uma Nau frente ao Museu Municipal


O que me parece ser uma interpretação um tanto controversa




Na igreja da Sra da Alva assistimos a um concerto de música principalmente do século XVIII ( cravo violoncelo e canto)


Intermezzos  gastronómicos


O almoço no Forte do Beliche abriu com uma saborosa sopa de feijão com couve típica da serra algarvia

Em Aljezur e à maneira de merenda uns bolos também tipicamente algarvios os Dom Rodrigos e o Bolo da Batata Doce




27/10/16

Portimão ontem


A pretexto de uma despistagem de uma qualquer anomalia no carro fomos até Portimão. Foi mesmo pretexto pois a despistagem não se concretizou.
Ainda era de manhã e logo pensámos em ir ler o jornal para um café, de preferência com esplanada. Percorremos algumas ruas cheias de lojas e restaurantes que ainda não estavam de todo vazias. Apresentavam um frequência perfeitamente aceitável tanto de turistas como de autóctones.
Por fim chegámos à Casa Inglesa o café mais paradigmático de Portimão cuja fundação remonta a 1922.




No dia anterior tinha chovido. O dia ainda estava nublado mas com algum sol. O ar estava lavado e a luz era crua e a temperatura amena.







Da esplanada para o rio vê-se o coreto de elegância requintada. No chão sou surpreendida por um polvo desenhado em” calçada portuguesa”.



A seguir fomos almoçar. A ementa e o aspecto do Restaurante O Pipo agradou-nos e foi por lá que ficámos. 



E fizemos bem os “Linguadinhos fritos com açorda de ovas” estavam uma delícia.


Depois do almoço foi preciso fazer horas para a sessão de cinema. Felizmente havia uma livraria por perto…
O dia terminou com o visionamento do filme mais recente de Woody Allen, Café Society.


O autor volta a filmar na América em Hollywood, mas especialmente na sua amada Nova Iorque. A história é interessante e um pouco inesperada. A música é uma maravilha.

Em suma um dia muto bem passado

07/10/16

Passeio pelo Sotavento algarvio


A primeira paragem foi em Loulé. A cidade estava luminosa e cheia de gente , sem estar a transbordar.


O Mercado impressionou-nos pelas suas linhas e cores


No interior deprámo-nos com uma primeira zona reservada aos produtos regionais. Todos com aspecto muito cuidado e com interpretações inovadoras.




Cá fora, de um lado e de outro do Mercado, toldos coloridos tornam o espaço entre lojas tradicionais mais acolhedor




Também fomos surpreendidos por este pequeno coreto bem interessante


E as pastelarias... Dificilmente se lhes pode resistir, a julgar por estes suspiros monumentais.



O almoço foi em S. Brás de Alportel e depois passámos por Faro para uma ida às livrarias

Finalmente aproximava-se o fim da tarde e OLHÃO  era o destino.

Quando falamos em Olhão vêm logo à ideia os CAMARÕES.

Há mais de quarenta anos que uma amiga me introduziu  numa prática muito interessante e saborosa.

É o seguinte: começamos por nos deslocarmos a um dos vários armazéns de marisco que existem ao longo da rua que passa pelo mercado. Geralmente encontramos vários mariscos crus ou recém -cozidos. Neste caso o que nos interessa são os camarões. Escolhemos o tamanho ou o preço e adquirimos a quantidade que nos apraz.
Depois vamos para uma esplanda junto ao Mercado.


Pedem-se duas "imperiais"


A seguir pão caseiro torrado e com manteiga


A cerveja e o pão podem sempre ser repetidos.
Quanto á degustação dificilmente encontrarei palavras para descrever o grau de satisfação que ela provoca.

Foi com a luz do crepusculo que deixámos Olhão já com saudade.