15/09/13

Romaria de S. Bartolomeu - A procissão

A preparação




Entretanto na rua do desfile tomam-se os melhores lugares e outras previdências





O início



Os andores











Anjos e figurantes








O Pálio



As "forças vivas"



As bandas



Romaria de S. Bartolomeu - Ponte da Barca - Festival de folclore

O Festival de Folclore

No ultimo dia ( noite ) das festas  teve lugar o festival de´folclore. Não é das coisas de que mais gosto mas há quem goste por isso lá fomos.


Durante quase uma hora fomos confrontados com este palco vazio devido a um atraso não soubemos qual a razão.
Finalmente começou com o anfitrião o Rancho de Ponte da Barca.


Seguiram-se um Rancho do Ribatejo


e da Trofa


Após a prestação deste Rancho houve uma interrupção para a entrega de umas fitas comemorativas a todos os Ranchos. Para o efeito o grosso da edilidade local dirigiu-se ao palco. Vieram depois os discursos ( recordo que estamos em inicio de campanha eleitoral). Perante esta interrupção longa e algo desajustada desistimos e voltámos para casa.

06/08/13

Faro, a pretexto do Festival de Marisco da Ria Formosa

No sábado passado fomos a Faro ao Festival do Marisco da Ria Formosa. Chegámos ainda cedo e ainda bem pois estava pouca gente de modo a podermos deslocar-nos e comer sem grandes enchentes e confusões.


 Havia todo o tipo de mariscos mais ou menos ao natural e também algumas receitas tradicionais da região com arroz de lingueirão, salada de polvo, arroz de marisco, xerém de berbigão e um não sei que mais de coisas boas e saborosas. Depois do marisco fomos à Rua de Sto António tomar um café.Logo o destino seguinte foi o largo do coreto junto à marina.


 Aí havia uma feira do livro sem grandes ambições, mas mesmo assim interessante. A seguir fomos até à zona histórica.

 Foi a primeira vez que vi esta parte da cidade ao cair da noite. É uma visão muito diferente do habitual. Há bares, restaurantes espaços onde s ouve cantar e tocar e há gente que se desloca de um para outro local.

 No largo lá estava a sé Catedral e aí tive uma grata surpresa. A porta da igreja estava aberta o que nunca antes tinha acontecido, quando anteriormente me desloquei ao local. Como geralmente acontece nestas igrejas elas são construídas em várias épocas o que faz com que estilos arquitectónicos sucessivos convivam no mesmo monumento. A igreja tem uma estrutura inicial gótica mas depois o maneirismo veio  completá-la. À sobriedade do exterior opõe-se a decoração magnificente do interior.



Os altares das várias capelas estão decoradas de barroco dourado. Há a uma excepção.

Mas o melhor do interior da igreja é, sem dúvida o órgão.


 É um órgão entre o rosa e o salmão com pinturas. Data do início do século XVIII e é uma verdadeira maravilha.
Não deixem de visitar Faro e a sua zona histórica.



29/07/13

Manhã na Praia do Tonel

Hoje decidi ir à praia logo de manhã. O dia estava soalheiro e sem vento condições essenciais para este meu desejo se cumprir. Tomei o pequeno-almoço em casa seguido de um café e preparei-me para a curta jornada. 

Trouxe tudo o que acho necessário para ir à praia. Cadeira pois não gosto de me deitar sobre a areia e preciso de ter onde me encostar (costas e cabeça). Boné e toalha, uma garrafa de água e uma maçã. Protector solar, livros, um caderno com caneta e lápis. Radio e a indispensável máquina fotográfica. Finalmente pus-me a caminho rumo à praia do Tonel.

Pouco passava das 9horas da manhã, a praia estava praticamente deserta.

 Havia dois ou três surfistas já dentro de água, um ou dois pescadores de regresso a casa não sei se com êxito na pescaria. Aqui e além umas quantas gaivotas desfrutavam da praia despovoada.
Dei um passeio ao longo da praia e depois ocupei a minha cadeira ao e passei à leitura.

A pouco e pouco os veraneantes iam chegando. 


Preparavam-se para desfrutar do sol e do mar.
De repente uma invasão de surfistas provavelmente provenientes de uma das escolas de surf que pululam por aqui.


O sol aquecia cada vez mais e por volta da 11h voltei para casa.

 Quando saí a praia já estava repleta de todos os tipos de gente. Como seria às 13h?

29/06/13

Na Praia do Amado ontem


Ontem sim esteve um dia ideal para ir até à Praia do Amado. Às 10h da manhã já estavam 25 graus centígrados em Sagres e nada de vento.


Fomos por Vila do Bispo e daí tomámos a estrada que vai para a Carrapateira. Um pouco antes de chegar à povoação vira-se para a costa e, depois de percorrer uma estrada estreita estamos na Praia do Amado.




É uma baía, mas desta vez muito grande. A maré estava vazia, o mar convidava-nos ao banho, a despeito da bandeira amarela. Ainda de manhã à sombra do chapéu -de -sol corria uma brisa agradável que arrefecia o ambiente.

Comecei por dar um passeio pela parte sul da praia. É bordejada por arribas altas de cores inesperadas.


 As escarpas são maioritariamente vermelhas com pequenos tufos verdes de plantas rasteiras que persistem.




Depois há uma coloração verde seco  ou cinzento azulado que se mistura com a vermelha criando desenhos muito imaginativos. Há ainda rochas pretas.


Já na areia encontrei umas rochas que parecem um verdadeiro trabalho de Patchwork devido ao seu aspecto.
Nesta praia encontram-se muitos surfistas.

Há escolas e surf que dão as suas aulas no areal para alunos de todas as idades. Ao contrário do que acontecia há alguns anos, agora o surf democratizou-se. Quem quer pode praticar este desporto. Há escolas por todo o lado dão-se aulas, alugam-se equipamentos.
A praia do Amado é extensa e nela cabem actividades variadas sem interferirem umas com as outras. Pelo menos agora em fins de Junho, em Agosto não sei se será bem assim.


Depois do banho e do almoço dei um passeio para a zona norte da praia. Aí as arribas são escuras e mais ou menos de cor uniforme, muito diferentes das da costa oposta.
Foi um dia muito agradável.

25/06/13

Na praia do Burgau


Tínhamos decidido ir passar o dia de hoje à Praia do Amado junto da Carrapateira, na costa vicentina. Porém no caminho e, na sequência do já se passava em Sagres percebemos que apesar do sol e do calor, o vento estava cada vez mais forte. Mudança de planos e de rota, virámos para a costa sul e fomos até à Praia do Burgau entre a Luz e a Salema.
Á muito tempo que não visitámos esta praia. Achei a povoação "infestada” por apartamentos e vivendas turísticas. 

Mas a praia lá estava no fundo de uma rua muita estreita e a descer de tal modo que nos parece que só poderemos parar na areia. 

Não é bem mas é quase pois para chegar ao parque de estacionamento quase se calca a areia.



A praia é uma pequena baía ladeada de arribas altas. Há uma bandeira azul atestando a qualidade da praia e das suas águas. Há ainda uma outra bandeira essa sobre o estado do amr e hoje era vermelha. Só se pode molhar os pés. Está Levante dizem os pescadores. A maré está a subir e o mar está batido.



A maré subiu tanto que mais parece marés vivas e tivemos que nos vir embora sob pena de vermos os nossos haveres inundados. Mas foi uma bela aventura.

09/06/13

As idas à Praia da Costa da Caparica – Recordações de infância

Quando eu era criança vivia em Sacavém.
 Os meus pais eram oriundos do Algarve mas, por questões profissionais acabaram por ir viver para Sacavém, onde eu nasci.


Mesmo assim nunca morreu neles o “bichinho” do mar e da praia. Mal chegava o tempo bom íamos à praia. Era uma verdadeira aventura que vivíamos esforçadamente.
No Domingo levantávamo-nos cedo. Levávamos tudo o que era necessário:  fatos de banho e toalhas, o farnel, uns livros,  e eu um pequeno balde e ma pá para brincar.
Morávamos em Sacavém de Cima e não tínhamos carro.

Para apanharmos o comboio tínhamos que atravessar toda a povoação porque a Estação de Caminhos de Ferro ficava em Sacavém de Baixo.


O comboio levava-nos até à Estação de Poço do Bispo, na zona oriental de Lisboa.
 Aí apanhávamos o eléctrico até à Estação de Sul e Sueste na Praça do Comércio.


 O transporte seguinte era o barco que nos levava a Cacilhas onde por último tomávamos uma camionete para a Costa da Caparica.


Chegados à Costa tínhamos ainda que andar um bom bocado até à praia.


 Finalmente podia correr, fazer construções na areia e, o mais importante de tudo, tomar banhos infindáveis.

À tardinha fazíamos todo o percurso inverso. Chegava cansada mas feliz, depois de um dia de praia antes de uma nova semana.
Quando recordo estes dias longínquos dificilmente consigo imaginar todas as dificuldades que tínhamos que superar para passar uma poucas horas na praia. No entanto sinto que valia a pena e a prova é que ainda hoje recordo com prazer esses dias.