Ontem passámos o dia na praia o Zavial perto da Raposeira
04/06/13
02/06/13
Um gato bricalhão
Ai que bom é rebolar na erva seca!
Mas melhor ainda é receber umas festas do meu dono
emprestado.
Que é isto? Algo que se move. Ah é uma osga e quer fugir
Que bela brincadeira ponho-lhe a pata em cima ao de leve e
depois deixo-a andar mais um pouco. Cheira-me a divertimento.
Oh distraí-me a olhar para o lado e ela fugiu.
01/06/13
Os pardais desavergonhados na praia da Mareta
Hoje o dia amanheceu radioso e,
por isso resolvi ir tomar o café à esplanada da praia.
Fica sobre a praia da Mareta.
A praia estava luminosa e o mar de um azul esverdeado sem igual.
Perto da rebentação estava
ancorado um iate com uma forma peculiar.
Os banhistas eram poucos mas já iam
aparecendo. E, de repente começaram a parecer pardais.
Vários pardais muito hiperactivos
poisavam aqui e acolá na esplanada. Via-se que estavam felizes com a “bondade” do tempo.
Pulavam do chão para os
muros e para as mesas. Chegaram mesmo a poisar na minha mesa e a permitir que
lhes tirasse fotos bem de perto. Parecia que estavam a fazer pose.
31/05/13
A ida a Folgosinho em plena Serra da Estrela
No fim- de semana passado deixámos Sagres por algum tempo. Fomos
até Portalegre para, no Sábado rumarmos a Folgosinho. Era esse o local
escolhido para um daqueles almoços de militares que se realizam anualmente. O João
nem sempre vai mas este ano decidiu fazê-lo. E lá fomos. É claro que eu faço só
de motorista e ocupo o tempo à minha maneira. Comecei por deixá-lo num dos
salões do restaurante “O Albertino” logo à entrada da terra. Fui almoçar na
povoação no “Albertino” primitivo.
Bem o almoço é daqueles “impróprios para
dietas” mas muito bem apaladado. Ficou lá metade.
Depois do almoço impunha-se um passeio, tendo em conta
natureza do repasto. Já lá tinha estado há alguns anos e ainda me lembrava. Fui
até à capela de S. Faustino, um santo que nunca encontrei noutro local e que
fotografei pois tenho o nome dele.
Na continuação do passeio dirigi-me ao
castelo devagar mas de uma forma determinada.
Daí fiz a minha reportagem
fotográfica de uma paisagem maravilhosamente florida de tons de branco, verde e
amarelo forte.
Na terra, os turistas que se vêm, chegam quase que exclusivamente para degustarem as iguarias do “Albertino”. Também há um “Albertino” de recordações. Pequenos objectos de lã, cutelarias e
especialmente queijo da serra e pão de centeio. Não sei se é por ser sábado mas não se vêem muitos autóctones. Só alguns idosos que jogam às cartas na esplanada em frente do Restaurante.
Esse largo ostenta uma lápide em azulejo num dos lados com os seguintes
dizeres: “Adro de Viriato- Heroe ( é assim que lá está escrito) da Lusitania,
Vencedor de quatro Pretores Romanos”.
Na terra, os turistas que se vêm, chegam quase que exclusivamente para degustarem as iguarias do “Albertino”. Também há um “Albertino” de recordações. Pequenos objectos de lã, cutelarias e
especialmente queijo da serra e pão de centeio. Não sei se é por ser sábado mas não se vêem muitos autóctones. Só alguns idosos que jogam às cartas na esplanada em frente do Restaurante.
23/05/13
O instinto já não é o que era
Hoje de manhã quando abri a porta da cozinha apareceu-me
logo o gato “Gatinho”.
Pareceu-me bastante interessado no pedaço de fiambre
habitual. Ao contrário do ar enfastiado que põe algumas vezes hoje comeu
rapidamente o acepipe. A seguir deu a volta à casa e foi rebolar- se nas ervas
secas.
Assim que me aproximei saltou para uma das cadeiras que estão à frente
da casa. Aí iniciou a sua brincadeira habitual. Rebola-se continuadamente
esperando que eu o desafie com um pauzinho para tentar atacar.
Estávamos nestes
preparos quando divisei um rato minúsculo no chão mesmo ao pé da cadeira.
Estava morto e até já começava a ser degustado pelas formigas. Apontei-o ao
gato. Ele saiu da cadeira foi até perto do roedor cheirou, cheirou e voltou
para a cadeia com ar enfastiado.
Foi então que se me pôs a questão. E o instinto de caçador
do felino? Que se passava com ele? Será que se perdeu com a domesticação? Se
calhar só funciona com o rato vivo e como um exercício .
20/05/13
Os jardins do Bairro dos Pescadores em Sagres
Na rua principal, no caminho para a Praia da Baleeira fica
situado o Bairro dos Pescadores. É um conjunto de casas em banda. São pequenas mas de dois andares, pintadas branco com
uma risca azul.
À frente de cada casa há um ainda mais pequeno quintal.
Este parece
ser o ponto de honra dos moradores. Nele se encontram artefactos próprios para
grelhados, utensílios de pesca, estendais para a roupa e uns pequenos canteiros
com flores. A despeito desta profusão de objectos os quintais estão
imaculadamente limpos, não só varridos mas lavados. E nos canteiros as flores
exuberantes e de uma beleza inexcedível .
19/05/13
Feijão maduro
Feijão maduro
Na passada 6ªfeira fui a Lagos e no mercado vi este feijão
de uma cor deveras atractiva.
Nunca tal tinha visto e perguntei à vendedeira o que era e
como se confeccionava. Que era “feijão maduro” e que se debulhava e se podia
cozer de seguida sem deita r de molho.
Era ideal para sopas.
Em casa descobri na Net uma receita madeirense de sopa de
abóbora e feijão maduro e foi o que fiz. Fiz também um pouco de arroz que vai
sempre bem com o feijão e eis o nosso manjar de domingo.
Juntei às carnes recomendadas na receita chouriço, morcela e um bucho de arroz de Monchique. É claro que não deixei de fazer com as carnes e os enchidos um "entalado" como cá no Algarve se chama a uma sandwich das ditas carnes sempre que se come um cozido ou mesmo uma feijoada
07/05/13
As escadinhas do Duque - Recordações de infância
Da última vez que fui a Lisboa fui fazer uma coisa que já há
muito tempo desejava.
Na Baixa fui até ás Escadinhas do Duque
Depois subi as Escadinhas do Duque
. Quando era pequena morava em Sacavém com os meus pais. Em
alguns fins de semana vínhamos a Lisboa fazer algumas pequenas compras, ao
cinema ou teatro. Quando o espectáculo não era para a minha idade os meus pais
deixavam-me em casa de uma tia já velhinha, a tua Aniquinha. A tia vivia ao
cimo das Escadinhas do Duque, na Rua do Duque.
Era ali num segundo andar, hoje já modificado e, ao cimo da
mesma escada íngreme que a tia morava. Era ali que , nalgumas tardes de sábado brincava e via o que se passava na rua através da janela. Era um tempo agradável. Lembro-me que a tia era muito simpática e fazia-me todas as vontades. O pior era quando vinha o fim da tarde e, se por qualquer razão os meus pais demoravam. começava então uma cantilena que crescia de sonoridade - a minha mãe nunca mais vem, a minha mãe nunca mais vem. E lá vinha a tia a tentar consolar-me e dizer - está já a vir.
São memórias de infância que encerram um misto de felicidade e de uma certa apreensão
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